No âmbito do ciclo de conversas que assinala os 10 anos do Jornal Económico, José Rui Meneses e Castro e Diogo Abecasis, co-CEOs do MAP Group, partilharam a sua visão sobre a transformação profunda do setor imobiliário e da construção em Portugal, numa entrevista centrada nos grandes temas que irão moldar os próximos anos: reabilitação urbana, construção nova, inovação, sustentabilidade, resiliência e investimento.
A presença do MAP Group nesta reflexão reforça o posicionamento do grupo como uma estrutura integrada, preparada para responder aos desafios de um mercado em mutação e para contribuir ativamente para o desenho da próxima década do setor.
DE CONSTRUTORA A ECOSSISTEMA INTEGRADO
Um dos pontos centrais da entrevista publicada no Jornal Económico é a evolução da antiga MAP Engenharia para o atual MAP Group, uma transformação que reflete não apenas crescimento, mas uma decisão estratégica de alargar competências e criar uma resposta mais completa ao mercado. Segundo os co-CEOs, esta evolução permitiu ao grupo ganhar escala, especialização e eficiência, através de um ecossistema de empresas que cobre diferentes fases e necessidades do ciclo imobiliário.
Mais do que uma expansão orgânica, esta estrutura integrada afirma-se como uma vantagem competitiva, permitindo ao MAP Group responder de forma mais especializada a diferentes segmentos, da construção ao fit out, da habitação de luxo à valorização de ativos.
A MUDANÇA DO MERCADO: MENOS REABILITAÇÃO, MAIS CONSTRUÇÃO NOVA
A entrevista evidencia também uma mudança estrutural no mercado português. Se há uma década a reabilitação urbana concentrava a maior parte da atividade, hoje o peso da construção nova assumiu protagonismo. Diogo Abecasis refere que o mix de negócio se inverteu: de uma realidade dominada por obras de reabilitação, passou-se para um contexto em que a construção nova representa a fatia maior da atividade.
Esta transformação acompanha o surgimento de projetos de maior escala, não só no residencial, mas também em escritórios, educação e outras áreas fundamentais para o crescimento urbano. Ao mesmo tempo, os co-CEOs alertam para a deslocação geográfica do investimento para zonas periféricas, reforçando a necessidade de planeamento integrado, infraestrutura e serviços que evitem a criação de “cidades dormitório”.
INOVAÇÃO, AGILIDADE E CAPACIDADE DE RESPOSTA
Num setor historicamente marcado pela desconfiança e por lógicas tradicionais, José Rui Meneses e Castro sublinha a forma como o MAP Group tem afirmado uma cultura diferente: mais ágil, mais inovadora e mais próxima da realidade atual dos clientes e investidores. A entrevista recorda o desafio de afirmar uma empresa jovem num mercado que tende a associar confiança a antiguidade, e destaca a importância de contrariar esse paradigma com capacidade de resposta, qualidade e visão de longo prazo.
Essa agilidade é apresentada como um dos fatores-chave para enfrentar 2026 e os riscos globais que se aproximam, num contexto em que a integração de serviços e a especialização se tornam cada vez mais decisivas.
SUSTENTABILIDADE COMO VISÃO GLOBAL
Outro dos temas fortes da entrevista é a sustentabilidade. Para o MAP Group, a sustentabilidade não se limita à componente ambiental ou ao cumprimento de métricas técnicas. Como defendem os co-CEOs no artigo, trata-se de um conceito mais amplo, que inclui também empregabilidade, valorização das equipas, responsabilidade económica e visão de longo prazo.
Esta abordagem integrada da sustentabilidade está alinhada com a forma como o grupo encara os seus projetos: como espaços de criação de valor duradouro, onde construção, eficiência, impacto social e resiliência devem caminhar lado a lado.
RESILIÊNCIA, INVESTIMENTO E VISÃO PARA O FUTURO
A resiliência demonstrada pelo MAP Group em momentos de maior pressão, como a pandemia, surge também em destaque. A entrevista recupera decisões estratégicas que permitiram ao grupo manter a operação, preservar a capacidade instalada e crescer num momento particularmente exigente. Esse historial reforça a ideia de um grupo preparado para responder tanto em ciclos de expansão como em contextos de incerteza.
Olhando para a próxima década, a mensagem transmitida é de confiança. Os co-CEOs sublinham o potencial de Portugal como destino de investimento internacional qualificado e o papel do MAP Group como parceiro capaz de falar a linguagem dos investidores, não apenas do ponto de vista comercial, mas também ao nível das métricas, expectativas e exigências do mercado.
UMA VISÃO PARA DESENHAR A PRÓXIMA DÉCADA
A participação no ciclo de conversas do Jornal Económico confirma o lugar do MAP Group na discussão sobre o futuro do imobiliário e da construção em Portugal. Num momento em que o setor enfrenta desafios crescentes, da habitação à sustentabilidade, da inovação à pressão regulatória, o grupo reafirma uma convicção clara: os próximos anos exigirão visão integrada, capacidade de execução e a agilidade necessária para transformar desafios em oportunidades.
É com essa visão que o MAP Group continua a afirmar-se: como um grupo preparado para desenhar o espaço físico da próxima década, com rigor, inteligência e ambição.
Veja a entrevista publicada no Jornal Económico, no âmbito do ciclo de conversas que assinala os 10 anos do jornal, no canal de Youtube do MAP Group.